O certificado fitossanitário eletrônico do Brasil cresceu 486% em 2026 e superou 100 mil emissões. Veja o impacto para quem exporta perecíveis.
Um salto que redesenha a rotina da exportação:
O Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA) superou a marca de 100 mil certificados fitossanitários eletrônicos (ePhyto), com crescimento de 486% no 1º trimestre de 2026 ante igual período de 2025. O documento digital substituiu de vez o papel na rotina do comércio exterior agrícola brasileiro.
As frutas frescas lideram: manga, mamão e melão concentram 63,3% das emissões, e 67% de tudo isso segue rumo à Europa, o principal destino dos perecíveis brasileiros.
Por que o digital muda o jogo:
O ePhyto trafega entre as autoridades sanitárias de origem e destino antes mesmo de a carga chegar ao porto. Na prática: menos tempo de carga parada, menor custo de despachante e menor risco de retenção no destino.
O que ainda derruba carga no porto:
Mesmo 100% digital, três deslizes ainda travam embarques: divergência de cultivar entre o certificado e o lote, praga-alvo fora da lista do país comprador e lote em desacordo com a nota fiscal e o Certificado Fitossanitário de Origem (CFO). A conferência documental impecável desde a origem é o que garante o ganho de agilidade.
Como a Ormac apoia:
A Ormac atua na conferência fitossanitária e no desembaraço para que a tecnologia se traduza em carga liberada no prazo. Para revisar suas operações de exportação de fruta para a UE, fale com a nossa equipe.
Aviso: Conteúdo informativo, sem caráter de orientação jurídica, tributária ou aduaneira individualizada. Regras e prazos de comércio exterior podem mudar; consulte fontes oficiais e a assessoria responsável antes de decidir sobre operações específicas.